Paraná já registrou 2,6 mil Carteiras de Identificação da Pessoa Autista

Por Redação
23/08/2021 10:31
Atualizado há 5 anos ago
O Departamento de Políticas para a Pessoa com Deficiência da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho aprovou e registrou 2.696 carteiras de identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. - Curitiba, 20/08/2021  -  Foto: SEJUF
O Departamento de Políticas para a Pessoa com Deficiência da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho aprovou e registrou 2.696 carteiras de identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. - Curitiba, 20/08/2021 - Foto: SEJUF
O Departamento de Políticas para a Pessoa com Deficiência da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho aprovou e registrou 2.696 carteiras de identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. – Curitiba, 20/08/2021 – Foto: SEJUF

O Departamento de Políticas para a Pessoa com Deficiência, da secretaria estadual da Justiça, Família e Trabalho (Sejuf), aprovou e registrou,  em pouco mais de um ano, 2.696 carteiras de identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. O aumento pela procura do documento, que é gratuito, ocorreu entre abril e início de agosto deste ano, com a concessão de 1.443 novos registros.

O documento garante a prioridade no atendimento em serviços públicos – em especial nas áreas de saúde, educação e assistência social – e também privados, como farmácias, supermercados, bancos e outros estabelecimentos comerciais.

O secretário Ney Leprevost destacou a importância da iniciativa ao afirmar que o Governo trabalha muito para viabilizar esse direito. “Somos um dos primeiros estados do Brasil a adotar esta iniciativa”, disse. “Muitas vezes a pessoa não tem como comprovar que está no espectro, então o grande benefício é ter identificação, evitando assim o preconceito ou interpretações equivocadas”, explicou.

Segundo o presidente da Celepar, Leandro Moura, para ter o documento o cidadão entra no portal www.carteiradoautista.pr.gov.br e preenche os dados, e com isso será gerada uma carteira digital. As informações coletadas serão empregadas na criação de um banco de dados que servirá para aprimorar os serviços já oferecidos. A pessoa também poderá imprimir a carteirinha, que vai conter um QRCode com todos os dados, evitando a burocracia. “Os números comprovam o quanto esse serviço tem sido eficiente”, afirmou.

O programa para cadastramento e criação do banco de dados está sendo coordenado pelo Departamento da Política para Pessoa com Deficiência, chefiado por Felipe Braga Côrtes, da equipe da Sejuf, e o desenvolvimento da plataforma foi feito pela Celepar.

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