UEM obtém nova patente na área de remoção de poluentes orgânicos

Por Redação
10/05/2021 13:55
Atualizado há 5 anos ago
TECPAR - Laboratório de Agroquímica - N/F: Cromatógrafo à gás acoplado à espectômetro de massas. (analisa presença de agrotóxicos em alimentos e água)
Curitiba, 02-09-19.
Foto: Arnaldo Alves / ANPr.
TECPAR - Laboratório de Agroquímica - N/F: Cromatógrafo à gás acoplado à espectômetro de massas. (analisa presença de agrotóxicos em alimentos e água) Curitiba, 02-09-19. Foto: Arnaldo Alves / ANPr.
TECPAR – Laboratório de Agroquímica – N/F: Cromatógrafo à gás acoplado à espectômetro de massas. (analisa presença de agrotóxicos em alimentos e água)
Curitiba, 02-09-19.
Foto: Arnaldo Alves / ANPr.

A Universidade Estadual de Maringá (UEM), no Noroeste do Estado, recebeu uma nova patente. A “Utilização do Corante Azul de Metileno na Dopagem de Carvão Ativado e sua Aplicação como Eletrodo para Supercapacitores” foi concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi).

A patente, concedida neste ano, está relacionada aos processos de remoção de poluentes orgânicos a partir meios aquosos. O carvão ativado é um dos materiais que podem remover poluentes orgânicos da água via adsorção. Esse processo resulta em um resíduo que, usualmente, não possui uma destinação final apropriada.

A equipe responsável pelos experimentos que resultaram na patente era composta pelo professor do Departamento de Química (DQI), Vitor de Cinque Almeida, e três estudantes: André Luiz Cazetta, Isis Pelegrini Andrade Fukumoto de Souza e Osvaldo Pezoti Junior. Na época da realização da pesquisa, André era aluno de iniciação científica, enquanto Isis e Osvaldo eram estudantes do Programa de Pós-graduação em Química, em nível de mestrado e doutorado, respectivamente.

A pesquisa em questão mostrou que o carvão ativado saturado com o corante azul de metileno pode ser reaproveitado a partir de um tratamento térmico para ser usado como acumulador de cargas elétricas. Isso permite que o material seja utilizado como capacitor, a tornar-se um componente essencial para o funcionamento de produtos eletrônicos.

De acordo com André Luiz Cazetta, essa tecnologia pode baratear o processo de produção destes eletrocatalisadores utilizados como capacitores, uma vez que se propõe utilizar um material que é um resíduo resultante do processo de adsorção para obtenção de material com capacidade de armazenamento de carga.

Para conhecer mais sobre a patente clique AQUI.

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