Salvar vidas já faz parte da rotina da policial militar Josiele Veríssimo, do 8º Batalhão da Polícia Militar do Paraná, em Paranavaí. Mas em julho deste ano, após uma série de exames, ela ajudou o próximo de uma maneira diferente da que está acostumada: com a doação de medula óssea a um desconhecido. O processo todo começou em 2018, quando ela participou de uma campanha do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar) para doar sangue e aceitou compartilhar as informações dela com o Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome). Ela explicou um pouco mais sobre o processo de doação.
O transplante é feito sem que o doador saiba quem é o paciente que vai receber a doação. O procedimento também pode ser agendado em diferentes estados do Brasil, por questões logísticas e pela disponibilidade do sistema de saúde. Os gastos todos são custeados, sem ônus, para o doador e para uma pessoa que o acompanha ao longo do processo de doação. O diretor do Hemonúcleo de Umuarama explica de que forma a população pode se inscrever no sistema Redome.
Quem se encaixar nos requisitos mínimos de idade e tiver interesse em se cadastrar no Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea, o Redome, pode ir pessoalmente ao hemonúcleo que fica localizado na av. Manaus, 4444, no horário das 8h30 as 11h30 e das 13h as 16h, de segunda a sexta feira, portando documento pessoal.
