No período de proteção à reprodução natural dos peixes (Piracema), compreendido entre 1º de novembro de 2023 à 28 e fevereiro de 2023, as equipes da 3ª Companhia atuaram com o objetivo de proteção das espécies e no combate aos crimes de pesca.
As equipes intensificaram a fiscalização nos principais rios que abrange a área da Unidade (Rio Paraná, Rio Paranapanema, Rio Ivaí, Rio Piquiri e Rio Pirapó) e nos rios adjacentes, sendo 20 (vinte) crimes de pesca constatados, com os autores presos em flagrante e adotadas as medidas administrativas, sendo autuados pelo crime ambiental cometido.
RESULTADOS:
✅20 crimes de pesca constatados, autores presos em flagrante;
✅12 autos por pescar em período proibido;
✅5 autos por pescar espécie protegida ou tamanho inferior ao permitido;
✅03 autos por pescar utilizando petrechos, técnicas ou métodos não permitidos;
✅87,5 Kg de pescado apreendido;
✅39 varas de pesca, molinete, carretilha e linhas apreendidos;
✅683 metros de espinhel apreendido;
✅470 metros de rede apreendida;
✅483 outros petrechos e pesca (covos, joão bobo, etc.)
A pesca está liberada, mas segue as orientações aos pescados, tanto profissionais quanto amadores, para seguir a legislação da área onde realizará a prática da pesca, devendo se atentar ao porte de documentos de identificação do pescador e carteirinha de pesca; ao uso de apenas petrechos permitidos, bem como a sua identificação por parte dos pescadores profissionais com nome e número de matrícula; a distância permitida para a pesca da desembocadura de rios e lagoas marginais, entre outros.
Além disso, o pescador deve verificar os locais permitidos para pesca, bem como as espécies e cotas permitidas, sendo permitido no Rio Ivaí a quantidade de 5 kg de pescado mais um exemplar e no Rio Paraná 10 Kg mais um exemplar. Segue proibida a pesca das espécies em qualquer tamanho, em todo o território nacional de Piracanjuba, Canivete, Pacu prata, Mocinha, Joaninha, Acará. Ainda, no Rio Paraná, continua proibida a pesca, captura, embarque, transporte, comercialização, processamento e industrialização do peixe Dourado.
A polícia ambiental continua com operações aquáticas e terrestres com o objetivo de preservação das espécies e a coibição dos crimes ambientais relacionados à pesca.
