
Chegamos ao novembro azul, mês da conscientização da prevenção e diagnóstico precoce do câncer de próstata, no Brasil somente nesse ano de 2020 até o momento segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), foram diagnosticados 68.840 novos casos Câncer de Próstata, o que o coloca em primeiro lugar no ranking de maior incidência de casos, sendo a segunda maior causa de óbitos.
Músculos do assoalho pélvico
Os músculos do assoalho pélvico são responsáveis por toda a sustentação dos órgãos que se encontram nessa região como bexiga e intestino, e pelas funções urinária, fecal e sexual. Porém são músculos fracos por serem pouco trabalhados.
Tratamento e suas consequências
O tratamento do câncer de próstata (quimioterapia, radioterapia ou cirurgia) deixa os músculos do assoalho pélvico ainda mais fragilizados, o que pode levar a disfunções musculares, nervosas e vicerais de toda a região pélvica, como disfunção sexual, incontinências ou retenções (urinária e fecal), fibroses, redução da amplitude de movimento, dores e depressão.
Entenda de que forma a fisioterapia pode ajudar
A FISIOTERAPIA PÉLVICA atua no tratamento dessas disfunções pélvicas, visando o retorno mais rápido possível do paciente as suas atividades de vida diária, por meio da redução do edema em membros inferiores, restabelecimento das funções intestinal, urinária e sexual, redução da dor e melhora da qualidade de vida do paciente.
Jéssica da Silva Sena – Fisioterapeuta (Crefito-8: 23467-F)
(44) 3622-4712
Avenida São Paulo, 5487





