A Organização Mundial da Saúde estima que 1 em cada 160 crianças em todo o mundo tenha TEA, no Brasil estima que 1 em cada 36 crianças nascem com autismo, mas as estatísticas para adultos são menos claras devido à falta de reconhecimento e diagnóstico uniforme. Nos Estados Unidos, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças estimam que 2,21% da população adulta tenha TEA, enquanto no Brasil não há números oficiais, embora estima-se que cerca de 2 milhões de brasileiros sejam afetados.
A inclusão de informações sobre autismo nos censos demográficos, como implementado no Brasil, é um passo importante para melhorar a compreensão e o apoio a essa população. O diagnóstico tardio de autismo é comum, especialmente em mulheres. Muitas vezes, isso se deve à capacidade de mascarar ou ocultar comportamentos autistas, principalmente em contextos sociais.
As mulheres podem ser mais proficientes em copiar pistas sociais e, portanto, podem passar despercebidas durante a infância. No entanto, na idade adulta, quando as demandas sociais se tornam mais complexas, as diferenças podem se tornar mais evidentes, levando ao diagnóstico. Necessidades de Apoio Adultos com autismo podem enfrentar uma série de desafios, incluindo dificuldades de comunicação, interação social e adaptação a mudanças. Portanto, é essencial fornecer o tipo certo de apoio para atender às suas necessidades específicas.
O autismo na idade adulta apresenta desafios únicos que exigem uma abordagem individualizada e centrada na pessoa. A conscientização, o reconhecimento precoce e o acesso a serviços de apoio são essenciais para garantir que os adultos com TEA possam viver uma vida plena e participativa na sociedade.
