Na próxima terça-feira (29) o Centro da Juventude (Ceju) inicia o retorno gradativo das crianças, adolescentes e jovens já matriculados para as oficinas presenciais, que eram atendidos em 2020 – antes da pandemia de Covid-19. “Neste momento retornaremos com as oficinas de karatê e artesanato, ambas sem contato físico”, informou a coordenadora Bruna Daiane de Lima.
Manter o distanciamento e utilizar materiais individuais são algumas das medidas adotadas para garantir a segurança dos participantes. As oficinas serão de forma escalonada, intercalando modalidades e horários para não turmas no mesmo período, evitando aglomerações. Cada turma terá até seis participantes.
“Estamos seguindo todos os protocolos de segurança relacionados à pandemia bem como as orientações realizadas pelo nosso município através do COE (Centro de Operações de Enfrentamento à Covid-19), que orientou sobre a Resolução Sesa n° 98/2021 que traz a construção de um Protocolo de Biossegurança”, acrescentou Bruna.
Para o retorno presencial foi adotada uma autorização dos pais ou responsáveis. Na assinatura do documento, eles foram informados sobre a responsabilidade diante todos os cuidados que deverão ter, como o uso obrigatório de máscaras, higienização dos pés e mãos na entrada, aferição da temperatura corporal, distanciamento, não compartilhar objetos, entre outros, que são fundamentais para evitar a contaminação e disseminação do coronavírus.
Outro ponto importante trazido da resolução Sesa e do Protocolo de Biossegurança do Ceju é a orientação a não realizar atividades de forma presencial com crianças, adolescentes e jovens que pertençam aos grupos de risco, ou que convivam ou residam com pessoas dos referidos grupos (idosos com 60 anos ou mais, gestantes em qualquer idade gestacional, lactantes com filhos de até seis meses de vida e pessoas com condições clínicas especiais).
A lista de comorbidades inclui cardiopatias graves ou descompensadas (insuficiência cardíaca, infartados, revascularizados, portadores de arritmias, hipertensão arterial sistêmica descompensada, pneumopatias graves ou descompensadas (portadores de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica – DPOC ou asma moderada/grave); imunodeprimidos; doentes renais crônicos em estágio avançado (graus 3, 4 e 5), doença hepática em estágio avançado, diabéticos conforme juízo clínico, e obesidade (IMC maior que 40).

