Depois do cumprimento a mandados de busca e apreensão na residência do repórter policial, em um desdobramento da operação Todos por Um, desenvolvida ontem (08) pelo Gaeco e Polícia Civil de Maringá, a advogada de Andre Almenara, que também é pré-candidato a vereador no município se manifestou.
Ela salienta que as conversas coletadas no aparelho celular do repórter são de 2022 e que o homem com quem ele conversava morreu, inclusive em confronto com a polícia em outra ocasião.
Ela afirma que Almenara não fazia parte de nenhuma organização criminosa e inclusive, quem passava as informações aos grupos da imprensa na cidade, era a própria polícia.
Segundo a polícia, a investigação começou em março do ano passado, naquela ocasião houve o cumprimento de diversos mandados de busca contra integrantes de uma quadrilha e, por consequência, foram apreendidos diversos aparelhos celulares, dentre eles, o celular de um dos membros da organização criminosa investigada – que morreu em confronto com a polícia no ano passado (2023).
A análise deste celular levou à identificação do repórter que, segundo as investigações se valia do livre acesso que que tinha aos órgãos de segurança pública, devido à profissão e repassava a um integrante da quadrilha, informações sobre apreensões de drogas e homicídios ocorridos em Maringá e na região.
A advogada reforça que vai provar a inocência do cliente.
