O julgamento do recurso do Partido Novo, que questiona a acusação de candidatura fictícia nas eleições municipais de 2020 em Umuarama, foi novamente adiado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR). A sessão ocorreu na tarde desta quarta-feira (10), em Curitiba.
Na ocasião, tanto a defesa do partido quanto os autores da ação apresentaram seus argumentos aos desembargadores. A relatora do processo, desembargadora Tatiane de Cassia Viese, elogiou a decisão da juíza eleitoral de Umuarama, Sandra Lustoza, mas ponderou que o caso ainda gera dúvidas.
Segundo a magistrada, não é possível afirmar que Juliana Clara Mônico, candidata do partido, tenha sido de fato uma “candidata laranja”.
Após a análise inicial, o desembargador vice-presidente do TRE-PR, Luiz Osório Moraes Panza, pediu vista do processo para estudar os autos com mais profundidade. Com isso, o julgamento foi suspenso e só deve ser retomado em nova sessão do colegiado.
