Seringas descartadas de forma irregular assustam moradores de Umuarama

Além do risco de contaminação em pessoas que tenham contato com esses materiais, ele também é prejudicial ao meio ambiente e um risco para os garis.

Por Redação
25/07/2024 12:15
Atualizado há 2 anos ago

Diante do crescente volume de denúncias e reclamações da população quanto ao descarte incorreto de resíduos hospitalares, em especial de materiais perfurocortantes, a Coordenadoria de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde faz um alerta, além de colocar em risco a saúde de pessoas e animais que transitam nas vias públicas que os resíduos descartados inadequadamente, os responsáveis podem ser denunciados por crime ambiental e estão sujeitos à imposição de penalidades, no caso de estabelecimentos. Somente neste mês, a COVISA já recebeu três denúncias de descarte irregular de seringas e agulhas em calçadas e vias públicas, uma delas na área central, próximo à agência do INSS, e outras em bairros como o Jardim das Garças e o Parque Riviera. Caso se depare com esta situação, o cidadão deve entrar em contato com a Vigilância em Saúde, pelo fone (44) 3906-1145.

A orientação aos pacientes que fazem uso contínuo de medicação injetável é solicitar em sua Unidade Básica de Saúde de referência um recipiente apropriado para desprezar o material perfurocortante e, quando estiver no limite de sua capacidade, entregar no posto de saúde. Para os estabelecimentos prestadores de serviços de saúde, que são geradores deste resíduo, é importante observar o que diz a norma regulamentadora e dar a destinação correta ao material, com a contratação de empresa especializada.

Os resíduos de serviços de saúde têm características diferenciadas que demandam cuidados especiais. Além do risco de contaminação em pessoas que tenham contato com esses materiais, ele também é prejudicial ao meio ambiente e um risco para os garis, caso sejam dispensados em meio ao lixo orgânico ou junto com materiais recicláveis. Após o uso, as seringas e agulhas podem ser armazenadas dentro de uma garrafa PET e entregue em um posto de saúde para a destinação adequada. A Vigilância Sanitária não tem veículo nem estrutura para esse tipo de coleta, pois não faz esse serviço. Quando recebe denúncia, o município providencia o recolhimento emergencial e tenta identificar o autor do descarte ilegal, para ser responsabilizado. Mas é fundamental seguir as orientações da Anvisa para evitar problemas e também a aplicação de multas e demais penalidades.

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