Instituída pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), essa data foi escolhida em homenagem aos escritores Miguel de Cervantes, Inca Garcilaso de la Vega e William Shakespeare, todos falecidos em 23 de abril de 1616.
Neste dia, obras literárias de renome mundial são lembradas, discutidas e enaltecidas. É uma oportunidade para celebrar os títulos de autores consagrados, como Safo, Mary Shelley, Machado de Assis, James Joyce, Clarice Lispector e muitos outros, que deixaram um legado significativo para a literatura global.
Mas por que o dia 23 de abril foi escolhido para ser o Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor? Em uma Conferência Geral, em 1995, a Unesco justificou essa escolha em reconhecimento ao poder do livro como veículo de conhecimento e conservação cultural.
Além disso, a data representa uma oportunidade para promover a leitura, estimular o diálogo e fortalecer a compreensão mútua entre as diferentes culturas.
No Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor, celebramos não apenas a arte da escrita, mas também as liberdades fundamentais que a tornam possível. Como afirmou Audrey Azoulay, diretora-geral da Unesco, em sua mensagem de 2018, este dia é uma celebração das liberdades de expressão e edição, bem como uma oportunidade para promover a leitura e combater o analfabetismo e a pobreza.
Além disso, o 23 de abril é uma ocasião para homenagear todos os envolvidos na produção e recepção do livro, desde escritores e editores até leitores e tradutores. É também uma oportunidade para discutir questões importantes, como os direitos autorais sobre obras literárias, científicas e artísticas.
Portanto, no Dia Mundial do Livro, todos os países são convidados a celebrar a diversidade literária, promover o acesso à leitura, valorizar os autores e refletir sobre os desafios e oportunidades que o mundo da literatura nos oferece.
