Este já é o terceiro escorpião encontrado nessa casa, na rua Arapongas, no centro da cidade. A casa fica a uma quadra de distância da sede da Unipar. A moradora, que preferiu não dar entrevista, se assustou quando estava limpando a edícula e se deparou com o peçonhento. Ela pisou nele sem querer e por pouco não levou uma picada.
O local é sempre mantido limpo, por isso ela não sabe informar de onde estão vindo os aracnídeos. Da espécie amarela, uma das mais perigosas e mais venenosas. A picada de um escorpião, apresenta dor imediata, vermelhidão e inchaço leve por acúmulo de líquido, isso no caso de atingir uma pessoa adulta. Já em crianças abaixo dos 7 anos e nos idosos, o risco é maior, pode levar a casos graves e requerem soroterapia específica em tempo adequado.
Segundo a Vigilância Ambiental, é necessário que o animal seja colocado em um local seguro para ser transportado para análise. Além disso, uma equipe realiza busca ativa a fim de encontrar os escorpiões, tanto do amarelo quanto do preto. Os moradores podem fazer a solicitação por meio do número 156 da ouvidoria.
