O casal, que preferiu não se identificar, resolveu ajudar os animais que estavam com famílias indígenas no entorno do terminal rodoviário urbano, no centro da cidade. Segundo eles os bichinhos foram adotados na feira de domingo e começaram a apresentar sintomas de cinomose, foi quando então, resolveram ajudar. Segundo a cuidadora independente, a médica veterinária pediu para aguardar pois, naquele momento ela não conseguiria atender o animal.
Por meio de nota a veterinária da SAAU que também é responsável técnica pela clínica informou:
“A SAAU em nenhum momento negou atendimento para com nenhum dos pacientes dos indígenas. Foram atendidos desde o dia 19/01 inclusive nos sábados e domingos. Fizemos devido atendimento aos pacientes sem custo algum. Exame clínico, fluidoterapia intravenoso, medicação e inclusive doação de medicamentos. A suspeita Clínica é doença viral por falta de medicação. No dia do óbito no horário de almoço do médico clínico que estava atendendo este paciente, foi comunicado sua piora clínica apenas e não um caso de emergência de risco a vida. Como responsável técnica da ONG, neste horário estava recebendo o anestesista de fora convidado para fazer a manutenção e montagem de nossos aparelhos de anestesia para podermos continuar com devido procedimento cirúrgico e atender os pacientes da cirurgia. Pedimos também, fazer a doação de animais para tutores de forma responsável e de forma correta para aqueles que irão cuidar, vacinar e vermifugar de forma responsável é o melhor caminho. Doenças virais são letais para filhotas e não existe um tratamento curativo e, por mais que fizermos a probabilidade de sucesso no tratamento e muito pequena. Sentimentos muito pelo ocorrido.”
