Família de Junio Cezar Amorin de Melo, 30 quer saber em que pé está a investigação sobre a morte do barbeiro. O corpo foi encontrado em estado de decomposição em uma mata nos fundos do DP I. Familiares teriam dito que ele estaria pernoitando na casa de um amigo identificado apenas pela alcunha de Arisco. Este arisco disse aos parentes que em determinada data no mês de novembro, homens desconhecidos foram até sua casa no DP I e invadiram o imóvel, ocasião em que ele e Junio se evadiram do local. Desde então Junio não foi mais visto com vida.
A família disse que o barbeiro usava maconha e que o laudo de necropsia deu como inconclusiva a causa de sua morte. Citaram que poderia até ser overdose, mas descartam a hipótese. Acreditam em um homicídio. Como o corpo não foi encontrado pela PM, não entrou no número de homicídios divulgados ontem pelo comandante do 25º BPM.
Somente a investigação agora deverá esclarecer o que realmente aconteceu. Um detalhe relatado pela família é de que o celular dele estava em suas mãos quando o corpo foi encontrado. O aparelho levado para perícia.
NOTA DA DELEGACIA
Segundo o delegado operacional, várias pessoas já foram ouvidas, mas o inquérito ainda não foi concluído. Assim, por hora, não é possível maiores detalhes.
