O corpo de Rogério Camargo foi coberto por uma lona até que os procedimentos periciais terminassem. O homem de 30 anos de idade, foi executado à sangue frio e com extrema violência na varanda de um bar, no Jardim Tropical. Este foi o primeiro homicídio registrado em 2024 pela polícia de Campo Mourão. Foi em plena tarde, às uma e meia quando a Central de Operações da Polícia Militar recebeu o chamado. Uma equipe foi até o local e se deparou com o corpo estendido na varanda do estabelecimento. O proprietário do bar disse ter escutado os disparos e, quando foi até a varanda, de deparou com os autores, que estavam em uma motocicleta de cor prata.
Foi o garupa que sacou de uma pistola de calibre 9 milímetros e efetuou os disparos contra Rogério. Imediatamente a cena do crime foi isolada até a chegada de peritos do Instituto de Criminalística. Antes disso, a polícia chegou a acionar uma ambulância com paramédicos do Samu, as nada ais podia ser feito para salvar a vida do cidadão. Inicialmente o crie pode estar relacionado ao tráfico.
PRISÃO DE UM DOS SUSPEITOS
A Polícia Civil do Paraná, por meio da 16 SDP Campo Mourão, em trabalho de repressão qualificada ao crime de homicídio, conseguiu realizar a prisão de um dos suspeitos. Isso aconteceu, após a polícia militar realizar a localização da motocicleta utilizada no crime, automotor este que estava escondido em uma residência na rua João de barro, no Jd tropical, foram repassadas informações a equipe de investigação da 16 SDP, que passaram a realizar diligências no intuito de localizar os indivíduos que haviam deixado a motocicleta naquela residência e que possivelmente seriam os autores do crime, sendo ao menos um destes, menor de idade. Durante as investigações, chegou ao conhecimento da equipe que este menor residia em uma casa na rua Sta Rita, no Jd Avelino Piacentini, de posse destas informações os policiais fizeram diligências e localizaram o referido menor, qual em sua posse detinha um carregador de pistola cal 9mm, bem como munições 9mm, .380 e cal 38. Questionado sobre a motocicleta e a sua participação no crime, este confirmou, e disse aos policiais que após o cometimento do delito, seguiu até a residência onde a moto foi localizada e a deixou lá. Quanto a arma, negou-se a passar detalhes. O jovem alegou que serviu de piloto para a execução do crime e também manteve silêncio quanto a identidade do parceiro.
