A audiência de conciliação que aconteceu na última segunda-feira (04) tentou mediar um acordo entre as partes envolvidas na reintegração de posse que teve ordem de cumprimento expedida para o dia 22 de novembro. Segundo a advogada das famílias no dia 18 de janeiro de 2024 o Tribunal de Justiça do Paraná e a defensoria pública realizará uma visita técnica com as três famílias que ainda residem no local. Até essa data os moradores não sofrerão nenhum tipo de ameaça e, após a visita técnica da comissão do TJ/PR uma avaliação da situação será definida.
Ela também informou a nossa equipe que a proposta apresentada ao dono do local seria de a empresa ceder o terreno que as famílias estão mais uma ajuda de 50 mil reais para os moradores que tiveram a casa destruída construírem outro imóvel no mesmo terreno que os outros moradores permanecem utilizando. Mas, segundo ela, a empresa não quer acordo. De qualquer forma até dia 18 de janeiro a liminar da juíza que determinou o despejo das famílias está suspensa.
Em nota o Conselho Tutelar informou que: “Foi oferecido (apoio) pela Assistência Social, mas disseram que não precisavam, o casal é registrado, o sogro recebe benefício, o que eles queriam era a chance de ficar no local. O que conseguimos junto a Assistência Social seria um local até conseguirem alugar uma casa, pois disseram que tinham condições para tal. O Conselho não dá suporte, ele solicita suporte quando os direitos estão violados, assim o fizemos, mas negaram dizendo que não precisavam, e não tinham direitos violados já que os pais disseram que tinham condições de dar suporte para os filhos.”
