Apesar de ter sido condenado a mais de quatro anos de reclusão, o ex-chefe do Instituto Médico Legal de Umuarama Castelar Paulino Rodrigues ainda segue cumprindo suas funções na unidade do município no cargo de auxiliar administrativo.
Ele foi condenado por corrupção passiva e associação criminosa. Outra ex-funcionária do IML que também teria participado do esquema que aconteceu entres os anos de 2015 e 2019 e teria gerado faturamento de um milhão de reais. Uma operação foi desencadeada no final de 2019 visando desarticular o grupo e que terminou na prisão de oito envolvidos. Na ocasião, um escritório em Umuarama angariava vítimas de acidentes, coletando documentos para solicitar pagamentos por meio de uma seguradora para pagamento do DPVAT.
O julgamento da ação aconteceu na terça-feira passada (14). O IML não havia sido notificado da ação até o fim da manhã desta quinta-feira (23).
