Profissionais das unidades básicas de saúde (UBS), coordenadores e chefes de setor da Secretaria Municipal de Saúde participaram de reunião técnica na tarde desta quinta-feira, 15, no anfiteatro da Prefeitura, para orientações sobre o uso correto dos equipamentos de proteção individual (EPIs) na prevenção ao contágio do coronavírus. As recomendações foram feitas pelo coordenador da Vigilância Sanitária, Franzimar Morais, pela diretora de departamento da SMS, Maristela de Azevedo Ribeiro, e pela secretária de Saúde, Maria Harue, além de esclarecimentos do médico infectologista Ricardo Delfini Perci.
Entre os vários esclarecimentos foi abordado o uso correto e o tipo mais adequado de máscara para os profissionais de saúde, bem como touca, jalecos e face shield (viseira de proteção facial em acrílico), entre outros acessórios. Existem diferentes níveis de eficácia para as máscaras, que são determinantes para a indicação de cada uma a cada atividade ou serviço.
“Máscaras de tecido, por exemplo, são indicadas para a população em geral e uso em ambientes abertos. Nas unidades de saúde, na sede da secretaria e em setores que envolvem atendimento ao público, o recomendado é a máscara cirúrgica (ou de TNT com a gramatura recomendada) e na linha de frente aos pacientes com suspeita de covid-19 ou positivados, a máscara N95 e os demais paramentos”, explicou Fanzimar Morais.
A secretária municipal de Saúde, Maria Harue, disse que os EPIs são fornecidos pelos empregadores – o município, no caso dos servidores da Saúde – e que a utilização é obrigatória e deve ser racional, sem desperdício. “O processo de compra é complexo, a entrega depende da demanda no mercado e o planejamento leva em conta feito a utilização dos insumos, que vem sendo acompanhada desde o início da pandemia. Se o uso for racionalizado não haverá falta de materiais”, disse a secretária.
Outro tema foi a importância de padronizar equipamentos e procedimentos em todos os setores da saúde pública, garantindo segurança para os servidores e usuários, bem como aos agentes de combate a endemias (ACEs) da Vigilância Ambiental e aos agentes comunitários de saúde (ACS), que realizam visitas domiciliares além de auxílio nas UBS e na vacinação contra a covid-19.

