
A Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Umuarama (Aciu), emitiu uma nota de repúdio contra caravana que está sendo organizada com destino à região Centro-Oeste, a fim de engrossar o movimento ‘300 de Brasília’, que mantém um acampamento pró-Bolsonaro na capital federal.
A entidade vê com “espanto a configuração de uma aglomeração de raros precedentes, nitidamente inconsequente, reunindo brasileiros dos quatro cantos do território nacional e com ápice previsto para o próximo domingo (17)”.
Confira a nota na integra
Em um momento em que diversas localidades projetam com zelo o pico da pandemia de Covid-19 e maneiras de guarnecer a população, causam estupefação iniciativas como a surgida em Umuarama e em diversas outras cidades, como Londrina, voltadas à organização de caravanas com destino à região Centro-Oeste, a fim de engrossar o movimento ‘300 de Brasília’, que mantém um acampamento pró-Bolsonaro na capital federal.
Espanta e assusta a configuração de uma aglomeração de raros precedentes, nitidamente inconsequente, reunindo brasileiros dos quatro cantos do território nacional e com ápice previsto para o próximo domingo (17).
Tanto pela alta probabilidade de transmissão do temido vírus, quanto pelos hábitos que os manifestantes fazem questão de realçar, aparecendo diariamente na mídia desprovidos de máscara e contrariando outras recomendações das autoridades de saúde. Não se trata de ser contra o sagrado direito de ir e vir, mas tão somente de raciocinar com um mínimo de sobriedade.
Fica aqui o repúdio da Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Umuarama (Aciu) e o pedido para que a questão seja analisada com critério pelo Ministério Público, sempre tão atento aos interesses da população, notoriamente no que tange ao enfrentamento do novo coronavírus.
