A instabilidade começou na tarde da última quinta-feira (8), e a chuva tem sido frequente desde então. Apesar do volume expressivo e dos ventos fortes, os principais impactos registrados em Umuarama foram quedas de energia elétrica e interrupções no abastecimento de água.
Segundo o Corpo de Bombeiros, nenhuma ocorrência relacionada às chuvas havia exigido atendimento até o momento do levantamento. A Defesa Civil do município também informou que não havia recebido chamados em decorrência do mau tempo até a tarde de terça-feira.
A preocupação é com a possibilidade de novos temporais, especialmente após os estragos provocados pela tempestade de 30 de setembro. Na ocasião, ventos superiores a 100 km/h causaram quedas de árvores e estruturas. Uma pessoa morreu após o desabamento do telhado de uma quadra de tênis. O temporal também provocou danos em estradas rurais, queda de postes e interrupções no fornecimento de energia.
Na terça-feira, a Defesa Civil do Paraná emitiu um alerta laranja para tempestades em todo o estado, reforçando a necessidade de atenção diante das condições climáticas.
O volume de chuva também elevou o nível de rios da região. No Rio Piquiri, na divisa entre Campina da Lagoa e Guaraniaçu, imagens registradas nesta terça-feira mostraram a elevação do nível da água após as chuvas das últimas 24 horas. A continuidade da instabilidade pode provocar novas elevações.
A Defesa Civil orienta a população a evitar áreas de risco durante temporais, mantendo distância de encostas, árvores, outdoors, andaimes e estruturas metálicas. Também é importante não se aproximar de fios elétricos caídos nem buscar abrigo debaixo de árvores.
Em caso de emergência, o Corpo de Bombeiros pode ser acionado pelo telefone 193, e a Defesa Civil, pelo 199. A recomendação é acompanhar os alertas oficiais e redobrar os cuidados enquanto o tempo permanecer instável.
